14. Como se tornou escritor?
Quando a história brota dentro de você, é preciso plantá-la em algum lugar fértil. No papel ou na tela digital, o escritor consegue ver seu desenvolvimento de fora para dentro, e assim, alcançar um pouco de sossego ao terminar a poda de um texto quase maduro. A calma permanece até que os galhos de outras histórias começam crescer novamente. É assim que nos tornamos escritores.
15. Quando descobriu que queria escrever?
De onde surgiu a ideia de um Livro? Descobri a escrita nas redações da escola, mas não prossegui. Por muito tempo, meus textos ficaram como daqueles adultos que ainda desenham bonecos de palitinho ao lado de casinhas de dez traços. Até o dia em que eu estava num encontro sobre assuntos fora do comum. Ali, sentado, ouvindo sobre a origem da música, a história começou a nascer na minha mente.
16. O que o motivou? Teve o apoio de alguém especial?
Ah... um punhado de amigos legais.
17. Qual sua percepção ao escrever?
Escrever é natural, prazeroso e necessário.
18. Quanto tempo demorou a escrever seu primeiro Livro?
Dois anos. Foi durante este processo que entendi quantas páginas fazia por dia e em quantos dias por semana podia escrever, tão somente nas horas livres. Escritores de mercado fazem ótimos livros em três meses. Se um dia puder me dedicar integralmente à literatura, chegarei a este prazo. Toda criatividade pode ser administrada pelo próprio artista – basta praticar.
19. Tem algum ritual ou mania para escrever? Qual?
Um lugar silencioso, com internet e sem interrupções? Ah, que utopia maravilhosa!
20. Em questão da publicação de seu primeiro livro: O que foi mais difícil desde a obra pronta até seu Lançamento?
A parte difícil ainda é encontrar uma editora séria que encare a impressão e distribuição. No Brasil, por enquanto, o formato impresso é dominante.
21. Ainda hoje, encontra dificuldade em publicar seus livros?
No formato impresso, sim. Mas não encontro dificuldade em ser lido.
22. Como você vê a parceria com blogs?
Vejo como um ótimo caminho entre novas histórias e novos leitores. Boas críticas podem ajudar escritores a se aperfeiçoarem, além de revelar ao público talentos encobertos.
23. O que inspirou os personagens? São inspirados em pessoas reais?
Todo personagem é uma mistura do próprio escritor com outras referências. Gosto, por exemplo, de fazer pastas com imagens de cada personagem, características de temperamento, voz, lembranças, traumas e até de gestos particulares.
24. O que inspirou os nomes?
O significado do nome sempre aponta alguma característica do personagem. Em “Antes do Princípio”, usei de maneira predominante a transliteração hebraica, mas também têm nomes de origem babilônica e de outras culturas.
25. Das suas obras, qual seu personagem favorito? Por quê?
No livro “Antes do Princípio”, gosto do Banay porque ele mostra o quanto nós temos a oportunidade para fazer a melhor escolha. Também me agrada a postura conselheira de Ruash, de quem pretendo fazer uma história própria.
26. O que mais lhe chama a atenção em suas obras?
O retorno dos leitores quando dizem que mudaram positivamente em alguma área da vida depois que conheceram as histórias. Isso não tem preço.
27. O que acha dos escritores atuais? E os mais antigos?
Todos têm valores especiais, conforme o contexto das suas obras. Escritores são como fotógrafos descritivos de épocas e de formas de pensamento distintos.
28. Qual livro recomendaria aos seus Leitores? Por quê?
A Bíblia Judaica Completa é bem interessante pelo seu contexto histórico, moral e espiritual.
29. Um recado para os leitores?
Quando a história brota dentro de você, é preciso plantá-la em algum lugar fértil. No papel ou na tela digital, o escritor consegue ver seu desenvolvimento de fora para dentro, e assim, alcançar um pouco de sossego ao terminar a poda de um texto quase maduro. A calma permanece até que os galhos de outras histórias começam crescer novamente. É assim que nos tornamos escritores.
15. Quando descobriu que queria escrever?
De onde surgiu a ideia de um Livro? Descobri a escrita nas redações da escola, mas não prossegui. Por muito tempo, meus textos ficaram como daqueles adultos que ainda desenham bonecos de palitinho ao lado de casinhas de dez traços. Até o dia em que eu estava num encontro sobre assuntos fora do comum. Ali, sentado, ouvindo sobre a origem da música, a história começou a nascer na minha mente.
16. O que o motivou? Teve o apoio de alguém especial?
Ah... um punhado de amigos legais.
17. Qual sua percepção ao escrever?
Escrever é natural, prazeroso e necessário.
18. Quanto tempo demorou a escrever seu primeiro Livro?
Dois anos. Foi durante este processo que entendi quantas páginas fazia por dia e em quantos dias por semana podia escrever, tão somente nas horas livres. Escritores de mercado fazem ótimos livros em três meses. Se um dia puder me dedicar integralmente à literatura, chegarei a este prazo. Toda criatividade pode ser administrada pelo próprio artista – basta praticar.
19. Tem algum ritual ou mania para escrever? Qual?
Um lugar silencioso, com internet e sem interrupções? Ah, que utopia maravilhosa!
20. Em questão da publicação de seu primeiro livro: O que foi mais difícil desde a obra pronta até seu Lançamento?
A parte difícil ainda é encontrar uma editora séria que encare a impressão e distribuição. No Brasil, por enquanto, o formato impresso é dominante.
21. Ainda hoje, encontra dificuldade em publicar seus livros?
No formato impresso, sim. Mas não encontro dificuldade em ser lido.
22. Como você vê a parceria com blogs?
Vejo como um ótimo caminho entre novas histórias e novos leitores. Boas críticas podem ajudar escritores a se aperfeiçoarem, além de revelar ao público talentos encobertos.
23. O que inspirou os personagens? São inspirados em pessoas reais?
Todo personagem é uma mistura do próprio escritor com outras referências. Gosto, por exemplo, de fazer pastas com imagens de cada personagem, características de temperamento, voz, lembranças, traumas e até de gestos particulares.
24. O que inspirou os nomes?
O significado do nome sempre aponta alguma característica do personagem. Em “Antes do Princípio”, usei de maneira predominante a transliteração hebraica, mas também têm nomes de origem babilônica e de outras culturas.
25. Das suas obras, qual seu personagem favorito? Por quê?
No livro “Antes do Princípio”, gosto do Banay porque ele mostra o quanto nós temos a oportunidade para fazer a melhor escolha. Também me agrada a postura conselheira de Ruash, de quem pretendo fazer uma história própria.
26. O que mais lhe chama a atenção em suas obras?
O retorno dos leitores quando dizem que mudaram positivamente em alguma área da vida depois que conheceram as histórias. Isso não tem preço.
27. O que acha dos escritores atuais? E os mais antigos?
Todos têm valores especiais, conforme o contexto das suas obras. Escritores são como fotógrafos descritivos de épocas e de formas de pensamento distintos.
28. Qual livro recomendaria aos seus Leitores? Por quê?
A Bíblia Judaica Completa é bem interessante pelo seu contexto histórico, moral e espiritual.
29. Um recado para os leitores?
Leia com a mente aberta, mas com o coração reservado: nele estão as fontes da vida.





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